domingo, 28 de julho de 2013

O Mistério do Chupa-cabras

Estranhas mortes de animais na região metropolitana de Curitiba.    Apesar das negativas oficiais das autoridades existem evidências fortes indicando que os ataques tem origem em um animal não catalogado pela Ciência.

O polêmico fenômeno Chupacabras vem repercutindo novamente na mídia.    Predador fugidio e misterioso e de morfologia incomum, agente de ataques insólitos a animais de criação, caracteriza-se pelo silêncio absurdo de seus violentos ataques, pela intrigante capacidade e habilidade seletivas, e pelas marcas de perfurações precisas e cirúrgicas, sem mastigação, encontradas nos animais vitimados, donde é-lhes extraído sangue ou órgãos internos.





O primeiro ataque ocorreu no final de janeiro de 1997, atingindo várias ovelhas que perderam bizarramente as orelhas e sofreram várias escoriações pelo corpo.    Algumas morreram, outras ficaram anêmicas. No mês de fevereiro de 97, ocorreu mais um ataque.    Apesar de a chácara estar completamente iluminada e com seguranças dia e noite, à espera do predador, várias ovelhas ainda apareceram inexplicavelmente atacadas.    Em março de 97, na mesma chácara, mais ataques e, no mês seguinte, uma ovelha nova teve a cabeça cortada: segundo testemunhas e levantamento da pesquisa, aparentemente, os órgãos internos haviam sido espantosamente extraídos pela traquéia do pescoço e, à semelhança do fenômeno das Mutilações, não existia sequer uma marca de sangue no animal, nem qualquer outro vestígio de corte ou mordida externa.



Os casos foram parar na Imprensa, e, como já se especulava sobre ataques parecidos no interior de São Paulo, em Porto Rico e no México (1995), e na Espanha (1996) e em Portugal, repórteres televisivos brasileiros relacionaram os estranhos ataques no Brasil ao famoso Chupacabras.    Imediatamente, a Secretaria do Meio Ambiente de Campina Grande do Sul, a Policia Florestal, o IAP (Instituto Ambiental do Paraná) e a Emater entraram no caso com a intenção de tentar esclarecer o ocorrido.    Passados alguns dias, em nas investigações pessoais, encontram pêlos num dos sítios de ataque, os quais possivelmente poderiam ser do predador.

Técnicos do Zoológico de Curitiba também encontraram, num dos sítios, o que parecia ser um bolo alimentar contendo dezoito orelhas de ovelhas. As orelhas estavam envoltas em um muco gelatinoso, levando-os a diagnosticar, a princípio, provável má ingestão por parte do animal predador.    Análises posteriores foram prometidas pelas autoridades, mas nunca foram publicadas.    Alguns veterinários chegaram a mencionar que as orelhas eram arrancadas por mordidas provocadas por algum tipo de cão.    Tiveram a felicidade de encontrar uma dessas orelhas em um dos locais de ataque.    Nela, percebe-se que não existem marcas de mordida e sim de incomum corte.

Rastros de patas apresentando três garras, ou dedos, foram encontrados pelos técnicos do governo local, bem como por nossa equipe de pesquisadores e, devido à repercussão que o caso vinha alcançando, foi prometido um laudo oficial por parte do governo municipal para a imprensa, em um prazo de uma semana.    Porém, já adiantando que as únicas hipóteses plausíveis seriam as de ataques de suçuarana (Leopardus pardalis) ou cães-selvagens (Cerdocyon thous).

Os ataques nos meses de abril e maio aumentaram em toda a região, e encontram várias chácaras que perderam ovelhas nas mesmas circunstâncias das anteriores, sem orelhas e sem sangue.    Nesta ocasião, entrevistam o mecânico Carlos Freitas, morador em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.    Ele dirigia, por volta de 1:30h. da madrugada, seu carro-guincho, próximo ao Trevo do Atuba, a 7 quilômetros de Curitiba.    Foi quando avistou uma criatura estranha alimentando-se de um cachorro no acostamento da BR 116, que vai para São Paulo.    Era uma criatura de 1,20m., apresentando pêlos pretos, cabeça grande e olhos vermelhos. Possuía braços longos e três garras.    Quando a criatura avistou as luzes de seu veículo, fugiu rapidamente em direção à mata próxima ao acostamento.

Também encontram um morador em Campina Grande do Sul que, em uma quinta-feira, no início de maio de 1997, quando colhia caquis em sua plantação, localizada em uma região denominada Olhos d’Água, por volta de 15:00h., avistou uma estranha criatura peluda saindo em disparada, em meio a pequenas árvores. A testemunha, com o susto, conseguiu apenas visualizar seu deslocamento incomum, como se o animal estivesse pulando muito rápido, como um canguru.    Correu em sua direção para tentar visualizá-lo melhor, mas nada encontrou.    Dois dias após esse incidente, começaram a ocorrer ataques a ovelhas em uma chácara nas imediações.    Não menos intrigante que o predador misterioso, foram as suspeitas movimentações paralelas das autoridades envolvidas. Em 13 de maio de 1997, na chácara Vó Laís, do Sr. Carlos Meissner, a súbita visita de dois repórteres interessados nos corpos de duas ovelhas atacadas ¾ cujo singular ferimento em uma delas, na cabeça, conformava um simétrico e cirúrgico quadrado de lesão exposta ¾, foi reveladora.    Após adentrarem a propriedade, inesperadamente acabaram revelando suas identidades verdadeiras, como sendo ninguém mais, senão a própria secretária Tosca Zamboni, acompanhada do médico veterinário, o Dr. Luiz Cintra. Curiosamente negando os apelos do proprietário para a realização de uma imediata necropsia (procedimento normal mais do que necessário diante daquelas circunstâncias anômalas), insistiram em adiá-la para o dia seguinte.    Entretanto, durante a madrugada, o caseiro da chácara vizinha, o Sr. Reinaldo, avistara o carro da Sra. Secretária do Meio Ambiente, um fusca amarelo, estacionado em frente da Chácara Vó Laís, segundo acreditara erroneamente, então, sob o consentimento do proprietário.    Na manhã seguinte, inconvenientemente, os animais foram encontrados dilacerados o suficiente para não se reconhecer mais nem a característica ferida na cabeça em uma delas.    Ou muito nos enganamos, ou as pobres ovelhas foram vítimas do que se chama, em criminologia, de “queima de arquivo”...

Em uma terça-feira, 24 de junho de 1997, ocorreu um blecaute em Campina Grande do Sul e regiões vizinhas, exatamente quando iria ao ar uma matéria televisiva sobre o caso Chupacabras.    A maioria dos moradores na região estranharam esse fato e relacionaram o blecaute a uma possível censura tentando impedir os moradores locais de assistirem às tais matérias.    No dia seguinte, a mesma emissora responsável pela transmissão reprovou no ar, publicamente, o ato de censura das autoridades. Entram em contato com o repórter Ney Inácio da Central Nacional de Televisão(CNT), o qual informou que a imprensa foi realmente censurada, instada a não tocar mais no assunto e encerrá-lo com a hipótese de ataque de cães.    Por não concordar com a arbitrariedade da imposição, quase perdeu seu emprego na rede de televisão em que trabalhava.




Devido a relatos de freqüentes avistamentos de O.V.N.Is. na região de Campina Grande do Sul, resolvemam realizar vigílias para tentar registrar o fenômeno, e, por duas noites seguidas, em 10 e 11 de junho, filmaram um objeto aéreo não identificado em evolução sobre regiões de ataque.    Não encontram possíveis testemunhas que observaram o I.E.A. saindo desses objetos, mas achamos relevante a coincidente presença desses objetos na região e sobre áreas de ocorrência do fenômeno do predador.    Uma família ali estava sendo visitada inúmeras vezes pelos O.V.N.Is. e, assustada, procurou-nos, na intenção de tentar elucidar mais esse mistério.    Um galo que lhes pertencia surgira também gravemente machucado, com as lesões típicas do predador, incompatíveis com qualquer diagnose convencional.    Ainda, outra chácara nas imediações perdera 12 galinhas.    Algumas, ainda vivas, encontravam-se igualmente machucadas na região frontal.





Dia 27 de julho, três meninos que teriam avistado um estranho fenômeno no dia 04 de maio, em um campo de futebol da região, quando empinavam uma pipa no meio da tarde.    Avistaram uma estranha névoa escura, em forma de árvore, que subia às alturas.    Os três ficaram assustados e começaram a correr em direção oposta, dirigindo-se para suas casas.    Dois dos meninos mais curiosos pararam um instante e olharam para trás, observando que, no interior da nuvem – mais especificamente na parte que lembrava um tronco de árvore –, havia um vulto marrom escuro, como o de um homem.    Não conseguiram ver detalhes e seus olhos ardiam.    Observaram ainda que a nuvem em forma de árvore baixou de altitude e voltou ao barranco. Em seguida, ouviram um som de grito desesperado de um homem, e o medo tomou-lhes conta, fazendo-os disparar finalmente em direção à suas casas, a 50 metros do local.    Ao checar o caso, notaram que, no lugar em que se encontrava a galinha morta descrita, relacionada por eles com algum ritual, restavam apenas algumas penas; mas não encontraram qualquer indício de velas ou de qualquer outro artefato utilizado em rituais desse tipo.    É possível deduzir que a ave tenha sido mais uma vítima do predador desconhecido, o I.E.A..




Um outro fato curioso ocorrera no dia 02 de janeiro, meses antes do fato acima, por volta do meio-dia, com a Sra. Maria, avó de um dos meninos. Em entrevista conosco, afirmou que, ao esperar pelo ônibus, ouviu rosnados que lembravam um rugido de leão, deixando-a bastante assustada. Imaginou que um leão havia escapado de uma jaula, apesar de, naquela região – em Campina Grande do Sul – não existir nenhum criador de animais selvagens e nenhum circo naquela época, passando por aquela cidade.    Em seguida, ouviu um som de “pisadas na água” e vislumbrou um vulto sobrevoando velozmente a região, não podendo chegar a identificá-lo.    Como estava no ponto aguardando o ônibus que se dirigia a Curitiba, achou melhor pegar qualquer ônibus que a dirigisse para fora do local.





quarta-feira, 26 de junho de 2013

Estranha criatura morta na fazenda de Juara

Uma história polemica tem sido divulgada em Juara nos últimos dias, uma criatura macabra teria sido morta por trabalhadores de uma fazenda na região de Itapaiuna e fotografada através de um aparelho celular.   A foto circulou de celular em celular, foi copiada em computadores, impressa e anda tirando o sono de muita gente.   Um trabalhador que alega ser o autor da foto, pelos bares da cidade, faz um certo drama ao dizer que a criatura teria pulado em seu companheiro e que um terceiro teria abatido com um tiro de revolver, ainda em seu relato o “peão” diz que eles têm medo de serem punidos por terem abatido a criatura e pede mil segredos, uma verdadeira estória de pescador.      A reportagem da Rádio Tucunaré investigou na internet e descobriu que esta foto circula pela grande rede há quase uma década, sua primeira aparição foi em um blog no ano de 2003 sob o título “Strange creature found in forest in Haiti”.    No estado de Mato Grosso ela já apareceu em outras cidades como sendo o lendário  “Nego d’Água” e publicada na imprensa estadual “Foto de filhote de Nego d´água, lenda no Estado, assusta ribeirinhos“, a mesma foto já foi divulgada como “Criatura encontrada em Roraima”, mas onde causou o maior pânico foi na cidade de Acreúna no estado de Goiás, no site da rede globo chegou a ser publicada uma matéria com o título: “Imagem de ser misterioso assusta moradores de Acreúna, em Goiás”.       Em 2011 esta foto também apareceu em outros paises, em vários blogs sob o título “Extraña criatura causa pánico en Haití, haitianos no quieren salir de sus viviendas.”    A verdade sobre a foto é que ela é uma montagem feita no photoshop utilizando a foto de um recém nascido, o detalhes mais visíveis são a luva azul e o braço que segura o corpo em posições diferentes, a claridade e iluminação do fundo e da imagem são diferentes.

domingo, 19 de maio de 2013

Mistério na Floresta de Rendlesham

                       


O objeto seria semelhante a este fotografado na Bélgica.


             Na manhã de 27 de dezembro de 1980, patrulheiros que faziam a segurança da base americana de Woodbridge, na Inglaterra, notaram luzes estranhas vindas do lado de fora.
A princípio, os patrulheiros imaginariam que as luzes seriam de algum avião que teria caído na floresta de Rendlesham. Três patrulheiros foram investigar, após pedir permissão aos seus superiores. Chegando à floresta, os patrulheiros viram um objeto brilhante, de formato triangular, que possuía uma aparência metálica, e iluminava toda a floresta com uma forte luz branca.
De acordo com o tenente-coronel Charles I. Halt, a suposta nave tinha uma luz vermelha que piscava na parte superior e um conjunto de luzes azuis na parte inferior, estando ou apoiado sobre pernas ou mesmo pairando sobre o solo. O objeto estava localizado a aproximadamente 2 ou 3 metros da base e a 2 metros de altura.
Ao se aproximarem do objeto, ele manobrou por entre as árvores e desapareceu em seguida, deixando os animais de uma fazenda da redondeza bastante agitados. Esse objeto ainda seria visto uma hora depois, perto do portão da base.
No dia posterior, o local onde fora encontrado o objeto foi examinado. Três depressões de 4 centímetros de profundidade e 18 de diâmetro foram encontradas. À noite, mediu-se o nível de radiação do local. E justamente nas três depressões o índice beta/gama era mais acentuado.
Naquela mesma noite, viu-se uma forte luz vermelha por entre as árvores. Ela se movia e pulsava. Em um dado momento, soltou partículas brilhantes e dividiu-se em cinco objetos brancos separados, desaparecendo em seguida. No céu, foram notados três objetos, dois ao norte e um ao sul. Os quais moviam-se rapidamente, em manobras súbitas e angulares, exibindo luzes vermelhas, azuis e verdes.
A cópia da declaração de Halt, junto de uma gravação feita por ele, foi obtida através do Freedom of Information Act. As autoridades dos dois países negaram-se a falar sobre o caso.

Momo - O Monstro de Missouri

A primeira vez que se ouviu falar do Momo data de julho de 1971.
Duas mulheres faziam um piquenique num bosque da cidade de Louisiana, quando viram um "meio-macaco, meio-homem", que exalava um cheiro terrível. A criatura saiu de um matagal e aproximou-se delas, emitindo um "leve ruído de gargarejo". As duas mulheres correram dali, se dirigindo ao carro. A criatura comeu os alimentos do piquenique e voltou ao mato. As duas registraram queixa na delegacia daquela cidade, mas só tornaram o fato público em 1972, depois que casos semelhantes foram declarados por outras pessoas. Naquele ano, 1972, três crianças brincavam quando viram um animal em pé, ao lado de uma árvore. De acordo com as crianças, a criatura possuía de 1,80 a 2,10 metros de altura e possuía uma densa pelagem negra; carregava debaixo do braço um cachorro morto. Edgar Harrison, pai das três crianças, viu, três dias depois, uma bola de fogo pousar atrás de um colégio, localizado do outro lado de sua rua. Cinco minutos depois, viu outra bola de fogo cruzar o céu, escutando em seguida um grunhido forte, provindo da colina Marzolf -- situada na redondeza da escola --, que parecia descer sobre os observadores, embora nada estivesse visível. Algumas horas depois, Harrison e alguns amigos decidiram verificar, deslocando-se à escola. Ao passarem por um prédio antigo, sentiram um mau-cheiro, embora nada encontrassem. Por mais duas semanas, várias pessoas disseram ter visto o Momo. Algumas delas ouviram vozes fantasmagóricas. Uma das vozes dizia "afastem-se da floresta" e outra pedia uma xícara de café. A criatura recebeu o nome Momo por conta da abreviação americana de Missouri -- Estado onde houve as aparições --: "MO", e as duas letras iniciais de "monster" -- monstro, em português .